“ Solidão, minha companheira para todas as horas.  De volta à melancolia, à solidão.. já não há nada que me faça sair desta rotina doloros...


Solidão, minha companheira para todas as horas. De volta à melancolia, à solidão.. já não há nada que me faça sair desta rotina dolorosa. Minha felicidade dura no máximo duas horas, e eu me pergunto “por quê é que tem que ser assim?”, isso é perturbador sabe, não ter ninguém aqui dentro do meu peito, nem ao meu lado. Jogar um sorriso no rosto e tudo bem.. Não, não é bom sorrisos jogados, malfeitos, mal amados. Não deveria.. não deve ser assim. Ando torturada por meus pensamentos. Já não sei o que faço ou deixo de fazer. A dor nunca foi bem vinda em mim, mas parece que ela nunca soube entender o significado de “não ser bem vinda”. Minha felicidade deveria durar um pouco mais, é ruim demais viver inundada pela tristeza. Outra coisa muito ruim é saber que minha vida era bela, e agora está assim graças à um amor. Eu era tão feliz, e isso era indescritível. E agora? O que farei com minha vida.. ou melhor, com o que restou dela? A solidão dói demais, e o que piora tudo é que não quero que ninguém acabe com ela, a não ser você. Eu queria muito, muito mesmo voltar a ser feliz mas infelizmente isso não depende só de mim. Mas o que fazer se eres alérgico ao amor? Ao meu amor. A minha presença. Você se foi, para muito longe de mim e levou contigo minha paz, minha sanidade. Acabou com tudo que havia de bom em mim, e eu só tenho algo a lhe dizer, “muito obrigado” pela dor, sofrimento, por tudo. Deve estar muito feliz agora, com tudo isso não é? Não era isso que queria? Minha dor? Não queria acabar comigo? Pois bem, você conseguiu, parabéns.”
— Então, isso é o fim. 

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Solta o verbo meu jovem.

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