“ O silêncio atormenta quem precisa de uma resposta para seguir.  Preciso de uma resposta, preciso de várias, aliás.. porém irei resumi-la...


O silêncio atormenta quem precisa de uma resposta para seguir. Preciso de uma resposta, preciso de várias, aliás.. porém irei resumi-las e facilitar tua vida, como sempre o fiz. Voltaremos a ser nós? Ainda há esperança pra gente? Ou eu posso seguir minha vida? Seguir sem me importar com nada, sem ligar se meus atos lhe magoam ou não. Não me preocupar em saber se a saudade atormenta teus dias, se ainda há amor pra mim aí em você. Então, decida-se por favor, quero saber se ainda vale à pena esperar-te, quero saber se devo guardar todo esse amor que ainda vive aqui ou jogá-lo fora sem me arrepender. Será que vale à pena me deixar sofrendo por culpa da tua indecisão? Não custa nada vir até aqui e dizer-me “Espere-me” ou “Esqueça-me”, aceitarei qualquer decisão que tomar, como sempre, sempre o fiz. O teu silêncio está me tormentando, mas parece que você nem liga pra isso. Será que essa é tua escolha então? Como não se importas, eu também não deverei importar-me. Então acho que é isso, chegamos ao fim, tudo acabou. Os carinhos, o amor, a felicidade à dois. Nunca esquecerei tudo o que passamos, mas fingirei que nós nunca existimos, as lembranças serão apenas coisas para pensar antes de dormir, nada compartilhável, algo apenas meu. Mas acho que você nem liga pra isso.”
— Então, este é o fim.

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Solta o verbo meu jovem.

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